Somos palco para histórias
que precisam ecoar,
com a força da diversidade
e a voz das ancestralidades.
com arte que abraça,
forma e transforma.
A Fato Produções Artísticas, liderada pelo ator e produtor Jô Santana, celebra 30 anos de uma trajetória dedicada à produção e difusão da cultura brasileira.
Fundada em 1994, a Fato se destaca pela diversidade e qualidade de seus projetos, com foco na arte teatral e compromisso com a valorização da cultura nacional, impactando positivamente a economia criativa gerando centenas de empregos a cada produção.
A Fato não se limita à produção teatral, atuando na formação de novos talentos, e em 2018 lançou o Projeto Oficina de Teatro Musical Negro. Acessibilidade, diversidade e inclusão são valores e aspectos presentes em todos os projetos da produtora.
Com paixão, dedicação e profissionalismo, a Fato Produções Artísticas continua a escrever sua história, levando o melhor do teatro e das artes para o público e contribuindo para a construção de um futuro culturalmente rico e diverso para o Brasil.
Fafá de Belém, o musical • Foto: Rafael B. de Moura
Em 1994, foi fundada a Fato Produções Artísticas, com o objetivo de incentivar a produção e difusão da cultura nacional através da arte teatral. Produzindo mais de 60 espetáculos teatrais e alcançando mais de 5 milhões de espectadores em todo o Brasil e no exterior.
Com destaque para a produção de espetáculos como: “É o Bicho, A Ordem Natural das Coisas”, “Eles Preferem as Loiras”, “Pretas Por Ter”, “A Bruxa Morgana e o Enigma do Tempo”, “Decameron, A Arte de Fornicar”, “O Reizinho Mandão”, “Os Dois Idiotas Sentados Cada Qual no Seu Barril” e “Enlace, A Loja do Ourives”.
Em 2016, a Fato deu início a um audacioso projeto que homenageia grandes nomes do samba brasileiro com os musicais: “Cartola – O Mundo é um Moinho” (2016-2017), “Dona Ivone Lara, um Sorriso Negro – o Musical” (2018-2019) e “Marrom, o Musical” (2022-2023) e “Martinho, Coraçãod e Rei”, em 2024/25.
Com o lançamento do Projeto Oficina de Teatro Musical Negro, que oferece capacitação profissional para artistas negros. Após o sucesso da primeira edição no Rio de Janeiro, o projeto se expandiu para São Paulo no ano seguinte e depois foi reprisado em diversos formatos e em diferentes capitais do país, por onde passaram as produções da Fato nos últimos anos.
Atualmente, a Fato Produções Artísticas continua a produzir espetáculos de qualidade, promovendo eventos culturais e contribuindo para a formação de novos talentos, reafirmando seu compromisso com a cultura brasileira. Está em fase de pré-produção um musical em homenagem à grande Fafá de Belém, prevista para estrear ainda em 2025. Para o ano seguinte, a Fato foi convidada para realizar um musical que celebra os 100 anos da Estação Primeira de Mangueira. Também estão em fase de pesquisa um espetáculo em homenagem ao cantor e compositor Johnny Alf e um grandioso projeto de concertos ao ar livre, com o Maestro Adriano Machado e a Orquestra Sinfônica Villa Lobos, com um time especialíssimo de convidados.
Ao longo de sua trajetória, a Fato Produções Artísticas tem sido reconhecida por sua excelência e relevância no cenário cultural brasileiro, acumulando prêmios e indicações que evidenciam a qualidade de seus projetos e o impacto de sua atuação.
Premiações
Indicações
Martinho Coração de Rei • Foto: Erik Almeida
“Fafá de Belém, o Musical” celebra 50 anos de carreira da artista paraense.
O ESPETÁCULO
Apresentado pelo Ministério da Cultura e Petrobrás, com realização do Governo Federal e Charge Produções, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Um dos maiores nomes da música popular brasileira ganha os palcos em um espetáculo que une teatro musical, política, ecologia e memória afetiva. “Fafá de Belém, o Musical” celebra cinco décadas de trajetória da cantora, exaltando sua força artística e de cidadã brasileira.
O espetáculo utiliza a linguagem do teatro musical para narrar a trajetória de uma das mais importantes cantoras da música brasileira. Iniciaremos nossa jornada pela floresta amazônica, berço e cenário de origem da artista. Através das lendas e mitos dos povos da floresta – indígenas, ribeirinhos, marajoaras, entre outros, contaremos e cantaremos a saga da nossa Fafá – a menina que veio do Norte.
A narrativa é construída em três planos: o presente — durante a gravação de um documentário em homenagem aos 50 anos de carreira no histórico Teatro da Paz, em Belém; as memórias da infância — em uma Belém lírica, marcada por mitos e lendas amazônicas; e a construção da carreira da artista — da capital paraense para o mundo.
Texto e roteiro musical Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche, Direção artística Gustavo Gasparani e Idealização e produção artística Jô Santana, Três intérpretes dão vida à cantora em diferentes fases: Fafá-menina por Laura Saab (neta da homenageada) e Clarah Passos, Fafá-cantora por Helga Nemetik e Fafá de Belém nos dias de hoje interpretada por Lucinha Lins.
Primeiro Ato
O espetáculo tem início com um número musical dedicado à Amazônia. As lembranças da infância de Fafá se misturam a lendas como a Cobra Grande, o Boto e o Tamba tajá, narrando a trajetória da menina cabocla que saiu de Belém para conquistar o Brasil.
A atmosfera regional é marcada pelo coro “Carimbó-Siriá”, coletivo de atores-músicos que acompanha as diferentes fases da cantora. O público conhece sua relação familiar, cultural e religiosa, base de sua identidade artística.
Entre os destaques do ato estão a relação amorosa com o músico Raul Mascarenhas, apresentada em paralelo com a lenda do boto, e o Círio de Nazaré, que culmina no encontro de Fafá com o Papa.
Algumas músicas do primeiro ato: Amazônia, Pauapixuna, Bom dia Belém, Foi assim, Eu preciso aprender a ser só, Sedução, Filho da Bahia, Cavalgada, Que me venha esse homem, Eu sou de lá e Ave Maria.
Segundo Ato
O clima se transforma: o regional amazônico dá lugar à estética urbana da diva da MPB. Surge uma Fafá consagrada, politizada e dona do seu discurso.
A abertura retrata o movimento das “Diretas Já”, ressaltando o engajamento da cantora. Outro momento marcante é a homenagem de um grupo de drags, que interpreta sucessos como Abandonada, Meu Homem, Memórias e Sob Medida, celebrando o apoio de Fafá à comunidade LGBTQIA+.
O espetáculo também aborda sua forte ligação com Portugal, incluindo uma cena no Cassino Estoril com a canção Nem às paredes confesso. O DJ Zé Pedro entra em cena para colaborar na criação do álbum “Do tamanho certo para o meu sorriso”, inspirado no tecno-brega paraense — reconectando Fafá às raízes de sua terra.
O ato traz ainda o sucesso do remix de Emoriô e canções como Coração do Agreste, Bilhete e Nuvens de Lágrimas. O encerramento é apoteótico, com o Boi de Parintins e a emblemática canção Vermelho.
Turnê:
06 a 16 de agosto, em Belém do Pará.
20 a 23 e 27 a 30 de agosto, em São Luis.
18 e 19 de setembro, em Belo Horizonte.
Texto e roteiro musical:
Gustavo Gasparani
Eduardo Rieche
Direção artística:
Gustavo Gasparani
Idealização e produção artística:
Jô Santana
Pesquisa:
Rodrigo Faour
Elenco:
Lucinha Lins
Helga Nemetik
Laura Saab
Ananda K
Clarah Passos
Daniel Carneiro
Diego Luri
Fernando Leite
Gabriel Manitta
Jullie Duarte
Keren Silveira
Mona Vilardo
Naieme
Sérgio Dalcin
Thuca Soares
Thales Huebra
Músicos:
Maestro/regência:
Glauco Berçot
Baixista:
Didier Fernan
Percussão:
Felipe D´Lélis
Cordas:
Frank Russo
Bateria:
Rhuan Nunes
Diretora assistente:
Iléa Ferraz
Direção musical:
Marcelo Alonso Neves
Assistente de direção musical:
Glauco Berçot
Coreografia:
Renato Vieira
Coreógrafa assistente:
Soraya Bastos
Equipe de cenografia:
Cenografia:
Ronald Teixeira
Cenógrafo Assistente:
Pedro Stamford
Cenógrafo Projetista:
George Bravo
Aderecista Escultor:
Gabriel Barros
Cenotécnico:
GT Cenografia – Guilherme Tommasi
Assistente de Cenografia e Cenotecnia:
Ricardo Junior
Design Gráfico da Cenografia:
Flavio Graff
Equipe de figurino:
Figurinista:
Claudio Tovar
Assistente de figurino:
Paulo Raika / Rodrigo Cachoeira
Costureiras (os):
Marien Modas/Lugall/Dilan Jara
Equipe de Macramê:
Susana Canto e Regina Pontual
Aderecista:
Edilson Risoleta /Rodrigo Cachoeira
Visagista:
Beto Carramanhos
Quick Change Mask (Drags):
Rico 3D e Alisson Rodrigues
Maquiagem fotos estúdio:
Vandinho Cardin /Maxwell Pinheiro
Desenho de som:
Bruno Pinho e Paulo Altafim
Iluminador:
Paulo Cesar Medeiros
Áudio Visual:
Dudu Chamon
Equipe de comunicação:
Fotos still:
Leo Aversa
Fotos de cena:
Nil Caniné
Design gráfico:
dorotéia design / Adriana Campos, Flávia Pacheco, Pedro Cancelliero.
Marketing:
Iara Moraes
Marketing cultural e parcerias:
Gheu Tibério
Assistente de marketing cultural e parcerias:
Paula Rego e Pedro Ribeiro
Assessoria de imprensa:
amigos comunicação/Mauricio Aires e Rogério Alves
Social media:
Letícia Ribeiro
Editor de conteúdo:
Bruno Teodoro
Performance:
V2P
Equipe de produção:
Direção de produção:
Carmem Oliveira e Renato Araújo
Produtor:
Thales Huebra
Assistente de Produção:
Gabriel Dalan
Chef:
Osmar Ribeiro
Equipe administrativa:
Direção financeira e leis de incentivo:
Janaína Reis
Assistente Administrativo:
Marcela Lima
Jurídico e contabilidade:
Assessoria jurídica:
FRANCEZ ADVOGADOS – Andrea Francez, Myrna Malanconi e João Pedro Batista
Contabilidade:
Yara Brasil
Equipe Técnica:
Direção técnica:
Ricardo Santana
Maquinista:
Kadu Carvalho
Contrarregra:
Bubu e Ricardo Junior
Peruqueira Chefe:
Raquel Reis
Maquiador:
Vandinho Cardin
Camareiras (os):
Ligia Silva / Alessandra Persan e Paulo Raika
Operador de luz:
Nina
Produção:
Charge Produções e Fato Produções






